
Eletrodo de grafite
Para que possamos nos manter competitivos no segmento de ferramentaria, as palavras de ordem são agilidade e baixo custo. Estamos sempre nos desafiando para entregar o melhor produto para nosso cliente, com o menor custo e dentro do menor prazo. E isso só é possível quando temos o equilíbrio correto entre maquinário, pessoas preparadas e matéria-prima.
Hoje nós, do time Steelcarbon, vamos falar sobre uma matéria-prima que pode ajudar você a reduzir custos, tempo no processo de usinagem por eletroerosão e ainda melhorar a qualidade do seu produto final. Trata-se do grafite EDM, a matéria-prima mais competitiva para se fazer eletrodos com geometrias complexas, especialmente quando comparado ao cobre. Abaixo listamos tudo o que você precisa saber para começar a usar o grafite:
- É MAIS BARATO: usinar um eletrodo em grafite pode custar até 50% mais barato que a mesma peça em cobre, devido ao custo da matéria-prima por m³.
- É MAIS RÁPIDO PARA USINAR: por ser mais resistente que o cobre, é possível usinar uma peça em grafite numa velocidade muito superior – 3 a 5 vezes mais rápido – sem comprometer a qualidade final do produto. O cobre, por ter uma consistência mais pastosa, exige mais cuidado na usinagem para não gerar deformidades na peça.
- PERMITE A CONFECÇÃO DE GEOMETRIAS MAIS COMPLEXAS: exatamente por esta alta resistência que comentamos no item anterior, o grafite permite a execução de geometrias complexas e usinagem de precisão, como ângulos, quinas, palhetas e contornos finos. Esta é uma exigência cada vez maior entre os nossos clientes, visto que o design tem sido um grande diferencial competitivo no mercado.
- DESGASTA MENOS O ELETRODO E O MAQUINÁRIO: ao comparar uma mesma peça em cobre e grafite, nota-se que o cobre é 5x mais pesado, isso implica em um maior desgaste para o eixo vertical da máquina durante o processamento. Além disso, por ser resistente a altas temperaturas (o ponto de fusão do grafite é 3650º versus 1083º do cobre), o grafite apresenta uma taxa mais baixa de desgaste do eletrodo durante a eletroerosão em condições de altas correntes elétricas. É mais um benefício que impacta direta e positivamente em custos.
Vale lembrar que para mudar do cobre para o grafite não é necessário investimento adicional em maquinários exclusivos. Em geral, as máquinas que usinam e fazem a eletroerosão do cobre também fazem o processamento do grafite.
Ficou interessado em testar o grafite eletrolítico? Entre em contato com o nosso time para mais informações e clique aqui.

Eletrodo de grafite